domingo, 9 de outubro de 2016

CARTA À IGREJA DE SARDES


Carta à igreja de Sardes ou Sardo (3.1-6). "Sardo" significa os que escapam ou os remanescentes. É a igreja morta. Representa a igreja do período 1517-1750. Em 1750 teve início a intensa fase contemporânea de evangelização e missões. O final do período viu homens valorosos na fé como Adoniran Judson, George Whitefield, John Wesley e outros.

"tens nome de que vives, e estás morto" (3.1). A morte na igreja de Sardo torna-se mais patente quando no início da carta o Senhor Jesus apresenta-se como "aquele que tem os sete espíritos de Deus", denotando, assim, multiplicidade e abundância de vida para uma igreja decadente e agonizante. A maneira de Jesus dirigir-se separadamente a cada igreja, revela muito do estado, da necessidade, e da oportunidade dessa igreja.


"não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus" (3.2 -Versão ARC). O movimento da Reforma Protestante foi mais de obtenção de liberdade política do que religiosa. Surgiram após a Reforma dissensões internas entre os reformadores e entre as novas denominações. Por exemplo, na Inglaterra, entre os anos 1560 e 1700, houve muita porfia entre presbiterianos e congregacionais. De fato, o versículo 2 acima, fala de obras não perfeitas, ou não completas, e pode referir-se a isso.


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